Tom Zé se emociona ao voltar a ouvir os sabiás e agudos das orquestras

Antonio José Santana Martins gosta de dizer que passou a sua infância na Idade Média, numa cidade da Bahia chamada Irará pobre de recursos e população praticamente analfabeta. Apesar do início pobre, Tom Zé conquistou o mundo com seus experimentos musicais e suas canções carregadas de humor e engajamento, cantor, compositor, multi-instrumentista, é um dos artistas mais irreverentes do cenário cultural brasileiro.

No auge de sua carreira, na mesma década em que lançou o álbum em que criticava a ditadura e que o projetaria internacionalmente anos depois, seus ouvidos deram o primeiro sinal de perda auditiva.

“Nos anos 1990, depois de vários carnavais seguidos em que eu ficava bem perto da percussão, acordei certa noite, de um pesadelo, com a sensação de ouvir um barulho semelhante ao timbau, que ficou soando demoradamente em meu ouvido”, recorda.

“O diagnostico foi preciso: eu estava com perda auditiva para sons de alta freqüência (agudos) nos dois ouvidos.

Alguém que convive com uma surdez apenas em agudos pode ser capaz de ouvir perfeitamente o som das teclas à esquerda das de um piano, que são mais graves, mas tem muita dificuldade para ouvir os tons oriundos das teclas à direita, de som agudo.

Mas, de forma geral, quem sofre de perda auditiva dos agudos consegue ouvir grande parte dos sons, e por isso demora em notar sua dificuldade para perceber certos elementos sonoros da fala.

“Então, há 10 anos, passei a usar aparelhos auditivos”, diz o cantor.

A questão da perda auditiva parecia estar resolvida, mas apenas depois de ser convidado por Gisele Munhões, gerente de produtos da Sivantos, para experimentar o Pure 7 Primax foi que Tom Zé teve a dimensão de como aparelhos auditivos que aliam alta tecnologia, conectividade, conveniência e design podem fazer a diferença na qualidade de vida.

“No primeiro dia com o aparelho auditivo, fiquei meio perdido: tinha uma série de recursos que eu não sabia manejar e precisei voltar ao consultório, mas precisamente às 16h, reconheci um som que me lembrava da minha infância. Fiquei maravilhado quando percebi que eram os sabiás laranjeiras, que eu acreditava terem ido embora da cidade por causa do aumento do tráfego dos carros e do boom imobiliário em São Paulo. Há 25 anos eu não os escutava! Fiquei com o coração na mão, maravilhado com o que eu estava ouvindo, igual uma criança”, relembra.

Além de reduzir o esforço para escutar, a tecnologia Primax oferece três programas de músicas HD destinada a quem aprecia uma boa música. Por isso, depois de voltar a perceber os passarinhos, Tom Zé decidiu que precisava ouvir as peças clássicas de que tanto gosta, agora com os novos aparelhos auditivos.

“Estudei música erudita nos anos 1950 e fazia tempo que já não conseguia ouvir algumas obras em sua totalidade principalmente porque a disposição de instrumentos numa orquestra vai do mais grave para o mais agudo. Eu tinha memória musical de alguns instrumentos, como o flautim, mas já não conseguia distingui-los. Voltar a ouvir Ravel, por exemplo, e seus arranjos curiosos, percebendo todas as distâncias e disposição dos instrumentos, está sendo incrível.

 

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